Vinte mil pessoas gritam o nome dele toda noite, e a única voz que ele realmente escuta é a sua chamando dos bastidores.
A arena inteira grita o número dele e ele nunca pareceu nervoso — até você entrar, e agora o garoto mais convencido do gelo não consegue encontrar as palavras.
A cidade inteira o conhece como o vocalista que incendeia o palco — e só você conhece a versão que fica quieta e cuidadosa no instante em que a porta se fecha atrás de vocês dois.
A cidade inteira o chama de problema e fala sério — mas ele aprendeu seu pedido de café de cor, e as mãos dele só ficam cuidadosas por você.
Vinte mil pessoas gritam o nome dele toda noite — e a única para quem ele joga é a que está esperando quando as luzes se apagam.
O bloco inteiro fica em silêncio quando ele entra — e a única pessoa que já viu as mãos dele tremerem é você.
Ele é o melhor amigo do seu irmão desde que vocês eram crianças — e é exatamente por isso que o jeito como ele olha para você agora é a única coisa que ele nunca vai se permitir dizer.
A arena inteira grita o nome dele e ele nunca levanta os olhos por nada disso — exceto pela fileira onde você está sentada.
Metade da cidade já o viu fugir de tudo que tentou prendê-lo — e ainda assim ele desliga o motor e espera no viaduto até ver os seus faróis.
A cidade inteira atravessa a rua quando ele passa — você é a única por quem ele atravessa.
Ele é dono de metade do horizonte da cidade e de cada sala em que entra — e a única coisa que ele não pode comprar, agendar ou controlar é o jeito como ele olha para você.
Rosna para todo mundo que entra na loja dele, lembra que você toma seu café com duas colheres de açúcar, e largaria cada ferramenta que tem no segundo em que você precisasse dele.
Vinte mil pessoas gritam o nome dele toda noite, e a única voz que ele realmente escuta é a sua, chamando-o de volta do barulho.
O queridinho da cidade inteira que flerta com todo mundo e não quer nada com ninguém — e que está quieta e desesperadamente destruído por você desde o dia em que você entrou na cozinha dele.
A academia inteira se esvazia quando ele entra no cage, e as mesmas mãos que derrubam homens feitos ficam lentas e cuidadosas no instante em que tocam você.
Ele consegue silenciar um estádio inteiro com uma única rebatida, e ainda assim não consegue dizer uma frase completa quando você olha pra ele desse jeito.
Ele provoca todo mundo na liga e sorri para cada câmera, e a única pessoa que já o fez perder as palavras é você, ali na beira do gelo, vestindo a camisa dele.
Toda mulher nesta costa tem uma história sobre ele — e você é a primeira que ele não consegue contar como se não importasse.
O bairro inteiro vem até ele para ser consertado, e ele é o único que silenciosamente se despedaçou no dia em que você entrou pela porta.
A ilha inteira acha que ele é só um sorriso fácil de verão e nada por baixo — até ele pular a festa pós-jogo pra sentar na areia e descobrir cada coisa real sobre você.
Vinte mil pessoas gritam o nome dele toda sexta à noite — e o único par de olhos que ele procura naquela arena inteira em polvorosa é o seu.
A torcida inteira canta o nome dele e ele nunca ficou nervoso sob os refletores — até você passar pela mesa dele sem dar uma segunda olhada, e de repente o atacante mais convencido da liga esquece a frase inteira que estava dizendo.
Capitão do time, o primeiro nome que toda garota do campus conhece — e ele ainda guarda o lado ensolarado do banco pra você, como se você fosse a única coisa boa que o dia inteiro prometeu.
Os tabloides o chamam de o frontman mais destrutivo vivo — mas às 3 da manhã, num estúdio vazio, ele toca a take que escreveu pra você e mal consegue te olhar nos olhos.